31.12.15

Crônica: Virada


Quanta coisa podia acontecer em um ano? Ela, certamente não esperava que tanto. Momentos ruins, momentos bons, momentos mágicos, vários momentos. Tantos risos, tantas lágrimas, tantas surpresas. A dança nunca foi planejada, era um desejo, um que se tornou realidade. Outras várias coisas foram desejadas também, coisas que pareciam mais importantes, mas acabaram se tornando situações que ela nunca imaginaria que iria acontecer. Conhecer uma pessoa que ela acreditava que seria sua para sempre, e depois ser abandonada definitivamente não estava nos planos. Quantas vezes ela teve vontade de sumir pra sempre, e, aos 44 minutos do segundo tempo, quantas vezes ela quis morrer? E, hoje a meia noite, não é só o ano que vai virar, não serão só os dias que vão ser novos, ela também.

Desculpas+ Planos + Feliz 2016


Eu sumi, me desculpem. É que eu fiquei muito animada com o TB repentinamente, e depois aconteceram vários problemas e não pude continuar os milhares de coisas que comecei aqui, sem contar que no tempo em que me animei, não tive retorno nenhum de vocês, então achei que não estavam gostando e desanimei. E depois desse tempo afastada, vou organizar minha vida e em 2016 tem postagens no blog. Tem muita coisa planejada pro ano quem vem, mas pra tudo continuar eu preciso do apoio de vocês, comentando mesmo quando não gostaram de algo, só assim eu conseguirei continuar com o TB. Obrigado pelo apoio nesse ano, e feliz 2016! <3 Amo vocês!

8.12.15

#1 Crônicas de Natal: Vicky Rios



Oe povo! Hoje é o dia de postar a primeira crônica desse projeto que comecei com algumas amigas, e para abrir a série, começo postando uma crônica da Vicky Rios, do blog Chuva e Chá. Confiram!



Corri para o o outro lado da ponte e coloquei a cabeça entre duas barras de cimento.
O barco estava passando bem de baixo dos meus pés, e eu só conseguia sentir como o chão tremia com o barulho da buzina do barco. Eu tinha certeza que o nome não era buzina... Mas mesmo assim eu sentia até meus ouvidos vibrarem com o barulho.
Fiquei sentada ali, vendo o barco que carregava vários trabalhadores, ficar pequenininho no horizonte.
Não tinha ninguém na ponte. Fazia um frio perturbador. Minhas luvas já não estavam ajudando muito pois meus dedos já estavam dormentes de frio.
Encarei meu redor procurando uma pedra pra jogar no rio, mas tudo que encontrei foi neve, neve e mais neve.

Peguei um atalho por entre os vilarejos. Uma pequena vila com casas rusticas e mansões caríssimas batia em meus olhos como fagulhas. Casas tão ricas são um mistério pra mim... Pra que uma casa de 20 cômodos, se você é um velho solitário como o senhor Fritz? Um homem amargo e sozinho que vivia na casa numero 35. Eu detestava ele. Era o tipo de senhor que furava as bolas das crianças mesmo que elas nem estivesse em seu passeio.

A minha casa ficava bem ao lado de um parque. Na verdade era só alguns brinquedos bobos que eu usava quando tinha 10 anos, mas a mania de envaidecer a cidade fez com que chamassem aquilo de parque.

Ao chegar em casa com a minha bicicleta Aaron estava bem a minha porta, sentado no meio fio com as mãos na cabeça. Usava um gorro com a estampa rosa e preta, bem parecido com o gorro que eu usava, porém bem mais grosso. Fios soltos caiam em seu rosto, e nas mãos era possivel ver luvas aparentemente bem mais quentes que as minhas. Ao lado dele tinha uma embalagem de macarrão instantâneo. Ele devia estar ali a um bom tempo.
 - Oi... - Eu disse e ele se assustou, nem me viu chegar de fininho. - O que ta fazendo?
 - Você não atendia minhas ligações... Eu deixei varias... Liguei pra sua casa e não havia ninguem lá... Ai vim até aqui... Você também não estava.
Isso me deixava com um misto de comoção, exitamento e raiva.
Porque ele tinha que ser sempre tão invasivo? Se eu não atendi é porque eu não podia atender.
 - Esqueci o telefone no quarto, e sai...
 - Saiu? Pra onde? Com quem?
 - Comigo mesma!
Peguei a bicicleta e passei por ele indo até a porta da garagem e destrancando-a.
 - Eu sou seu namorado. Você me devia pelo menos a explicação de dizer porque não me atendia!
 - Eu já disse... Eu estava sozinha... Fui andar um pouco no bosque, e fui ver o rio, só isso! Que coisa!
 - Melanie... Eu fico preocupado... Você sozinha... Por aí... O que as pessoas vão pensar?
Eu poderia ser atacada por um lobo. Eu podia ter sido mutilada por um assassino. Eu podia me perder no bosque e morrer de inanição, ou sede. Eu podia ter sido atropelada, e bem agora meu corpo estaria em destroços no meio da rodovia... Mas ele só ligava para o que as pessoas acham de mim.
 - Você ta falando serio? Por tipo... Não pode ser serio... Não pode.
 - Olha, você anda fugindo de mais da realidade... Não fala mais tanto comigo, mata aula pra ir pro rio... - ele começou a sussurrar, mesmo sabendo que só havia nós dois dentro da garagem, e mesmo que ela estivesse de porta aberta ninguem nos ouviria - os vizinhos pensarão que você está ficando louca, ou que pode estar indo a floresta com alguem mais...
Meu rosto esquentou em menos de segundos. Fechei o punho e pensei em avançar, em estapeá-lo, ou chuta-lo onde mais doi... Mas me contive.
De todas as coisas sem noção que alguem pode falar em um relacionamento que nunca deu certo, ele tinha que tentar me controlar mais.
 - Vai embora... por favor...
 - Eu n-não quis di-dizer isso... - começou a gaguejar enquanto eu forçava seu corpo para fora. Quando chegamos a ceu aberto ele pegou minhas mãos e acariciou-as. Eu só conseguia querer acabar aquele namoro bem ali.

Não quis mais ouvir.
Nunca fui o tipo de brigar, ou discutir sobre o relacionamento. Naquele momento eu so queria deitar na cama e dormir.

Mas é Natal. Todas as casas decoradas. Frio e neve. A loja da cidade ao lado lotada de pessoas morrendo lentamente congeladas esperando na fila para comprar algo barato e mixuruca para seus amados entes.
Eu não era fã do natal. Nunca fui na verdade. Só me concentro em fazer o maior numero de chá quente possivel, e não congelar em todas as minhas visitas recorrentes ao rio. É um bom plano.

A porta do andar de baixo fez barulho, e eu consegui escutar a minha mãe gritando que havia chegado.
Ela subiu as escadas de um modo rápido e estranho. Não do jeito lento e cansado de sempre.

 - Tenho noticias... - ela disse respirando fundo e estendendo dois pedaços de papel na minha frente. Peguei-os e respirei fundo também.
"Parabens, você acaba de ganhar uma viagem com tudo pago para Luketown. Feliz festas"
 - Eu ganhei a viagem! - ela disse alto e pavorosamente feliz.
 - O que isso significa?

Uma semana depois lá estava eu, em meio a uma neve traiçoeira. Já havia bastante gelo nos meus sapatos, e ele estava derretendo. O aquecedor do carro estava me ajudando muito, mas estava acabando com meus pulmões. Nunca fui fã de aquecedores.
Mamãe foi bem na frente, no dia anterior. Eu ainda tive que ir na ultima aula do ano e depois peguei minha caminhonete e minhas malas para a cidade que ficava a mais ou menos uns 400km de distancia. Isso dava um total de 5 horas de viagem. As ruas estavam limpas e sem muita neve. Muitos carros andavam em um ritmo extremamente lento, o que faria o tempo de trajeto umas duas vezes mais longo.

Liguei o som e fiquei encarando o carro da minha frente.
Estava tocando Open Road do Roo Panes. Fiquei feliz de ser uma musica bem Road Trip, mas naquele frio a unica coisa que eu não queria era musicas natalinas, então qualquer outra coisa já era maravilha.

A estrada ficou sobrecarregada de uma só vez.
Muitos motoristas pararam e eu fui obrigada a apertar o freio. Alguns caras saiam de seus carros furiosos e outros pareciam apenas curiosos.
Acho que foi um acidente. E pelo numero de ambulâncias, bombeiros e policiais, foi um acidente realmente preocupante. Virei o carro cuidadosamente e passei por um outro caminho, tentando tomar cuidado para não causar outro problema.
Quando olhei pra esquerda eu consegui ver outro carro parar na minha frente e fechar a minha passagem.
 - Porra! - foi a unica coisa que eu consegui dizer.
Desliguei o radio do carro, e abri a porta.
 - Você é louca? Tava na contramão! - ele disse quase gritando.
 - E você um estressadinho! Não ta vendo que ta tudo parado, cara? - meu sangue subiu tão rápido que quase me senti tonta e com calor.
Ele cruzou os braços e levantou as mãos. Parecia mais calmo.
 - Feliz natal pra você também! - ele disse e voltou ao carro.
Entrei no meu também, e vi ele tentando estacionar perto de um restaurante de estrada.
Era minha unica opção.
Todas as outras estradas estavam paradas por causa da neve, e aquela era a unica mais limpinha.
Tentei arredar meu carro mais para o acostamento e o tranquei. Peguei apenas a bolsa e um cobertor.
Me cobri com ele o mais rapido possivel.
Sai andando com aquela manta nas costas e consegui chegar com muita dificuldade até o restaurante. deu tempo de ver aquele cara pegando uma menina de mais ou menos uns 7 anos de dentro do carro, embrulhando-a no cobertor e a levando no colo. Ela estava dormindo. Era morena de cabelo cacheado, e usava uma touca de minion.
Ele entrou no restaurante e eu fui atrás. Esses lugares geralmente ficam aquecidos.

Me sentei na primeira mesa vazia que vi.
Uma moça gordinha e sorridente, usando batom vermelho, veio pegar meu pedido.
Batata frita. Refrigerante. Hamburguer de frango. Queijo extra.
ela anotou rápido e saiu andando como se o acidente logo ali nem tivesse acontecido.

O cara me olhou de novo e percebeu que não tinha mais mesas vazias, ele estava sentado no balcão com a menininha que já estava acordada, devorando uma porção de batata com queijo.
Ele bufou, provavelmente queria se sentar bem na mesa onde eu estava.

Ele era bonito. Não era tão velho quanto eu pensei que fosse. uns 25, eu diria. Tinha um cabelo cacheado igual o da menina. E seus olhos castanhos escuros eram bem parecidos com os dela.
Era dia 25 de dezembro, e eu não podia deixar que ele pensasse que sou uma pessima motorista. No natal todo mundo devia ser bom.
 - Hey! - eu disse e a menina puxou seu grande casaco preto para chamar atenção dele. Ela apontou pra mim e ele se virou pra minha direção.
 - Sim... - ele foi até educado, mas não parecia com paciência.
 - Quer se sentar aqui? Essas cadeiras são melhores.
A garota sorriu mostrando um de seus dentes faltando e correu até a minha direção.
 - Mariah! - ele disse um pouco alto. - Não saia correndo assim! Tem certeza? - ele perguntou segurando a mão da menina de um jeito forte.
 - Claro, sentem-se.
Meu pedido chegou e a menina me ajudou a comer.
Ela se referia a ele como Boo. Então eu não fazia ideia do seu nome.
 - Sou a Mel... Melanie - apertei sua mão e ele sorriu timido.
 - Alexander... Alex. Mas a Mariah me chama de Boo. Longa historia.
 - Vocês são de onde?
 - OflinnCity. Mas iamos passar o natal com meu pai. E você?
 - Calenshire... Vilarejo pequeno...
 - Uau... Um ovo.
 - Pois é... 18 anos vivendo em um lugar como aquele é algo digno de palmas.
 - Você tem dezoito? - ele parecia surpreso - parece bem mais nova.
 - E você?
 - 24.
 - Então parece bem mais velho.
Ele riu. Tinha covinhas. Lindas covinhas.
 - São as olheiras! - ele exclamou.
Debaixo dos olhos havia olheiras escuras que mostravam um rosto cansado, sem dormir a um tempo.
 - Eu costumo trabalhar de madrugada então... sabe como é...
 - Entendo... Você é stripper.
Ele riu de novo, só que dessa vez se esforçou para não rir.
 - Eu cobro bem baratinho pelo show. - eu ri.
 - Que bom, Porque quem não quer um belo show de nudez em pleno dia 25 de dezembro?
Ficamos rindo até percebemos que Mariah não estava entendendo nada então resolvemos parar.
 - Eu sou designe. Produzo capas de livros. - ele tomou um gole do café na mesa. - Eu gosto de trabalhar durante a madrugada porque é quando minha cabeça está mais criativa.
 - E você ganha livros de graça?
 - Algumas vezes. - ele bebeu de novo - alguns autores gostam quando seus livros são lidos antes de criarem uma capa. Ai eu leio alguns. Ou pergunto ao autor as coisas que ele mais gostou na historia, ou algo que ele ache especial.
 - Parecia ser legal. Você é o cara que tira da cabeça das pessoas que um livro não pode ser julgado pela capa.
 - Ah, mas vezes os autores são grandes idiotas em questão de beleza visual - ele deu uma risadinha - alguns pegam um projeto bonito e transformam em uma capa horrorosa. Ai fica aquela coisa terrível com meu nome.
 - Eles tem esse poder? Pensei que a editora fosse quem aprovava!
 - Algumas vezes as editoras deixam porque se trata de um autor figurão do mercado de livros.
Mas só de ganhar meu dinheirinho suado no final do mês eu já fico feliz.
 - Entendi...

Continuamos conversando por mais um tempo.
Alex estudou cinema por um tempo, depois trocou o curso porque sua mãe faleceu e quem estava cuidando de Mariah era ele. Ai estudar Design gráfico era bem mais fácil em função do tempo. Ele tinha um gato chamado Hamlet. Gostava de bandas indie pop, e tinha uma coleção enorme e desnecessária de filmes. Ele lia um livro por semana. Ficamos umas boas horas conversando e rindo de tudo. Ele parecia um cara legal, do tipo de cara que se fosse da minha cidade eu levaria até a ponte que cortava o rio. Eu realmente seria amiga desse cara.

 - Você não disse muito sobre você... Eu fiquei falando, falando, e falando... E você me pareceu misteriosa até agora. Posso saber pelo menos o seu signo? - ele sorriu.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa,  olhei pela janela e vi os carros começando a andar.
 - Oh, meu deus... Ainda são 10:47, da tempo de chegar... Olhe os carros! - eu disse e ele acordou Mariah que voltou a dormir em seu colo.
Me levantei, paguei minha conta e já estava saindo, quando Alex abriu a porta pra mim.
 - Então isso é um adeus... certo? - ele disse suspirando.
 - Sim... Foi um prazer conhece-lo... - eu disse e Alex suspirou de novo.Fui até o carro, abri a porta e me sentei no banco. Fiquei observando Alex prender o sinto da irmã no banco de tras. Ele deu a volta novamente a abriu a porta do carro.
Alexander fez sinal de continência e entrou.
 - Ai meu Deus... - eu sussurrei e abri a porta.
Eu queria correr até ele e pedir o seu telefone.
Mesmo sabendo que eu ainda tinha um namorado me esperando, eu não ligava, ia pedir o telefone daquele cara que eu tinha acabado de conhecer. Quando sai do carro ele já havia o ligado e já estava na estrada.
Bye Bye, Alexander... Bye bye.

Passei boa parte do caminho pensando nele. pensando na voz dele e imaginando se uma namorada estava o esperando em casa da mesma forma como o meu namorado estava.

Foram algumas horas até eu chegar a Luketown.
Era uma cidade linda e decorada. O hotel da cidade ficava bem no centro. Em frente a uma prefeitura e uma praça com uma fonte e arvores altas. Naquele momento eu entendi porque a minha mãe estava trabalhando tanto... Ela queria muito ganhar aquele premio. Ela queria muito passar o natal dentro de uma banheira de hidromassagem.

Fiquei hospedada no mesmo quarto que ela, mas o que me chamou atenção foi o quarto gigante. Ele era quase do tamanho da minha casa inteira.

Passou-se algumas horas em que eu estava no hotel, e minha mãe estava provavelmente aproveitando o SPA. Eu não conseguia tirar os olhos da biblioteca do lugar. As capas dos livros me lembraram o Alex, que possivelmente estava deitado debaixo do cobertor com alguma garota da cidade. Ele parecia o tipo de cara que as garotas rezariam para ter como namorado.

Passei as mãos por um livro Young Adult e o puxei. Quando eu o tirei da estante dava pra ver um garoto de cabelo cacheado do outro lado... Ele estava passando as mãos pelos livros.
Corri até o outro lado da estante e gritei:
 - Alex! - o garoto se virou pra mim e tomou um susto.
 - Desculpa...?
 - Ai, sinto muito... pensei que fosse outra pessoa.
Voltei de fininho... Não era o Alex... Não mesmo...

Esse tipo de coisa acontece em livros, não é mesmo? você conhece um cara por causa de um acidente. Vocês dois percebem que é melhor conversar. Ai esse cara te encanta e você só consegue pensar nele. E por mais incrível que pareça, ele está no mesmo hotel que você. Vocês dois se reencontram e se beijam apaixonadamente. Só que esse tipo de coisa só acontece nos filmes e livros.

Fui caminhando até a escada principal, que levava até os quartos.
Como eu pude pensar que isso poderia acontecer? Esse tipo de coisa só acontece na ficção. Eu nunca mais veria Alex nem sua irmã novamente. Respirei fundo e passei por uma grande arvore de natal que estava no centro do lobby. Um homem vestido de papai noel passou por mim com um saco vermelho enorme.
 - Ho, ho, ho... Feliz natal, mocinha! - ele disse com tom afetado e eu sorri de leve. - A senhorita não parece estar tendo um bom natal esse ano... Foi uma boa menina?
- Fui sim. - sorri tentando parecer mais feliz.
O homem tirou o saco das costas e tirou da lá de dentro uma caixinha rosa.
Eu peguei, agradeci e subi até o quarto.
Dentro da caixinha rosa havia um varinha com uma estrela de plastico na ponta.
Eu a segurei em frente ao espelho e disse:
 - Faça o meu príncipe encantado aparecer!
Minha mãe abriu a porta do quarto e começou a rir, disse que eu havia ficado louca.
Meu celular tocou na bolsa e eu a peguei, mas acabei deixando tudo cair de afobação.
Também não era Alexander. Como poderia ser? Era Aaron. Infelizemnte era Aaron.
 - Alô?
Enquanto eu tentava atender, juntava coisas de cima do carpete.
Um cartãozinho me chamou atenção.

Havia um cartão vermelho. Era listradinho e não estava na bolsa quando eu a arrumei.
 - Aaron.. Eu te ligo daqui a pouco, Okay?
Nem esperei resposta.
Larguei o telefone na cama e peguei o cartão.

"Alexander Lynch. Designer Grafico. E-mail: lynchalexnsm@email.com"
Quase pulei de felicidade.
Alexander devia ter colocado aquilo na minha bolsa enquanto eu pagava a minha conta.
Atrás havia algo escrito a mão.
"Meu numero é" e seu numero estava bem ali. na minha frente.
Sentei na cama sorrindo com o papel na mão. Aquilo sim era um bom natal.


7.12.15

Crônica: Guerra


São seis e meia da manhã. Me levanto com dificuldade, a idade me levou a força e sua morte me levou a vontade de viver. Passei 40 anos da minha vida aguentando, sendo forte por nosso filho que ele nunca conheceu, pois quando partiu ele ainda estava em meu ventre. Caminho até a cômoda e abro uma gaveta. Pego novamente a carta, a última carta que ele me escreveu.

Minha amada Louise,

Estou escrevendo esta carta antes mesmo de te contar que fui convocado para a guerra. São cinco e vinte da manhã, e você ainda dorme, mas eu não consegui dormir sabendo que irei para um campo de batalha. Nas poucas vezes em que cochilei, tive pesadelos sobre te perder, sobre te deixar sozinha. Se está lendo isto, foi por que eu parti. Se eu não morrer na guerra, te direi todo o conteúdo dessa carta quando chegar a estação de trem, onde você estará me esperando. Rezo por isso. 
Se o pior acontecer, seja forte. Estou olhando para você agora, gravando cada detalhe de seu rosto enquanto dorme. Seu cabelo está despenteado, ainda tem um pouco de maquiagem em seu rosto, e mesmo se você achar que está feia, esta é a visão mais linda que já tive. Tenho vontade de te beijar, mas tenho que terminar esta carta. 
Se eu partir, lembre-se de que meu ultimo pensamento será você. Você foi a minha primeira namorada, e desde o momento em que a vi, eu sentia que você seria minha. Minha esposa, minha amiga, a mãe dos meus filhos. Sinto em partir sem ter te dado um, mas se você se casar de novo e tiver filhos, eu entenderei. Eu a amo. Mais do que minha própria vida. E, se minha morte significa que os inimigos não invadam nosso país e que você fique a salvo, eu morrerei feliz por saber que você ainda está bem. Eu te amarei pra sempre, minha querida. Nunca se esqueça.  

Para sempre seu,
Phillip

Leio novamente essas palavras, como já havia feito tantas vezes. Pego sua foto e abraço contra meu peito, me deitando novamente como faço toda manhã. Olho novamente pela janela e vejo a neve que cai lá fora. Ele disse que voltaria antes da neve derreter, e a cada vez que acordei e vi a neve cair, tive esperanças, por um momento. Mas os meses se passaram, até que o comandante veio até a nossa casa. Antes mesmo de abrir a porta eu sabia o que ele iria dizer. Phillip estava morto. Ele havia morrido num ataque aéreo. Me entregaram a carta e os pertences que ele havia deixado na base. Eu não conseguia acreditar que o havia perdido. Agora, depois desses quarenta anos eu ainda choro pela morte dele, e tudo me lembra ele. Passei todo este tempo tentando me curar, sendo forte por nosso filho, mas agora ele já está grande e tem sua família. Tem seu amor, não precisa mais de mim. Posso partir.

Estou indo te encontrar, Phillip.

3.12.15

Projeto DAM- 6° Dia: Meus Blogs Favoritos


Oe, tudo bem com vocês? Hoje no sexto dia de Days About Me vou falar sobre meus blogs favoritos.

1. Traficando Brigadeiros



Claro né, o TB é o meu cantinho na blogosfera, e é o meu primeiro blog favorito. Tenho ele desde janeiro de 2014, e amo meu blog!

2. Chuva & Chá, Vicky Rios



Eu adoro tudo no C&C. Amo os layouts da Vicky, e o conteúdo também, principalmente os textos.

3. Chanel Fake, Bruna S.



O Chanel Fake fala sobre vários assuntos, mas a minha parte favorita com toda certeza é moda. Amo os looks que a Bruna monta, os acessórios e essas unhas de dar inveja.

4. Cherry Bomb, Adália Sá



O CB foi extinto em 2013, mas ainda dá pra ver os posts e os tutoriais, e é ele que mais me ajuda na hora de fazer layouts.

2.12.15

#2 Natal: Lojas On-Line Para Comprar Presentes!


O natal está próximo e você ainda não comprou o presente pra alguém especial? Calma que ainda dá tempo! Veja algumas lojinhas em que você pode comprar presentes fofos e criativos!

Se você procura por presentes Geeks, a Geekyard é o seu lugar! Tem coisas de várias séries e filmes, desde roupas até objetos de decoração.

http://www.geekyard.com.br/

E se a pessoa que você vai presentear gosta de coisas no estilo retrô ou rock, a Vudu! é o site certo pra suas compras. E o preço é bem em conta.

https://www.vuduloja.com/

O seu pai é fanático por futebol? Ou você quer presentear o seu bofe que é louco por aquele time de futebol (insira um time aqui)? Talvez você ache umas coisas legais na Mania de Futebol. Term camisas, calções, mochilas, squeezes, de tudo. A menos que o seu pai torça pro Afogadense Futebol Clube, mas vai saber, tem coisas de uns times que eu nem nunca ouvi falar.

http://www.maniadefutebol.com.br/

Está procurando um presente pra sua amiga louca por sagas? A Varinha tem uma variedade enorme de produtos de várias sagas, com um monte de preços diferentes. Ah, e além dos produtos, tem os livros e dvds também!


http://www.varinha.com.br/

E, se você está precisando de uma opção mais popular pra uma pessoa louca por livros, tem a Saraiva, o Submarino (testado e aprovado, chegou tudo direitinho e em bom estado) e etc. São opções meio comuns, mas tem muitas opções de livros e dvds. Boas compras de natal, beijos!

Projeto 10 DAM- 5° Dia: Minhas Imagens Favoritas


O tema do 5° dia de DAM é Minhas Imagens Favoritas. Bem, minhas imagens favoritas são essas que uso nos posts, que são lindas, mas assim como no post das músicas, minhas imagens também refletem o que estou sentindo. (Para encontrar imagens assim, digite alguma coisa tumblr. Ex: Flores tumblr). Mas vamos lá:

1. Svetlana Zakharova, A Morte Do Cisne


2. Chuva, Tumblr


3. Cena do segundo ato da ópera Lucia di Lammermor, depois que Edgardo a acusa de quebra ao juramento de amor dos dois, Fundação Clóvis Salgado


4. A realidade ás vezes dói, Tumblr


5. Eu não consigo, Tumblr



1.12.15

#1 Natal: Receita de Rabanada


Olá!! Como estão? Essa é uma nova série de Natal, com vários posts sobre receitas, ideias e etc. Pra abrir nossa série escolhi uma receita que amo de paixão, a Rabanada. É um doce maravilhoso e super fácil de fazer, mesmo quem não tem muita prática consegue fácil.

Você vai precisar de:

2 Ovos
1 Saco de pão dormido
1 caixa/lata de leite condensado (aquela de tamanho normal mesmo, 395 g)
Meia caixa/lata (use a do leite condensado como medida) de leite

Pegue duas vasilhas. Em uma você vai mexer os dois ovos até que fiquem bem misturados, e na outra vai misturar o leite e o leite condensado. Fatie os pães, mas não deixe que fiquem muito finos. Passe as fatias no leite condensado, depois no ovo e separe em uma tampa, tábua de carne ou vasilha. Frite.

Sugestões de cobertura:
Canela em pó e açúcar cristal
Toddy

Viu como é fácil? E fica uma delícia, vai arrasar no café da manhã de Natal, e em qualquer outra ocasião. Beijos!

28.11.15

Utilitário: Tabela de Cores

cores, html, layout, tabela, java


Olá!! Hoje é o primeiro utilitário que posto (creio eu). O post é rapidinho, trouxe uma tabela de cores pra te ajudar no seu layout. Essa é a Flex Tool, a mais completa que conheço, e além de ter as cores em HTML, tem em Java também.

Clique aqui para ver.

Beijos!

Projeto 10 DAM: 4° Dia: Coisas que eu faço no meu dia a dia


Hello!! Estamos no 4° dia do projeto DAM, e você que é blogueira, já fez o seu? Se fez, manda link, se não fez, bora! Hoje é o dia das Coisas Que Faço No Meu Dia a Dia. Vou listar dez coisinhas que costumo fazer:

1. Arrumar casa:



Ainda não inventaram uma casa que se limpa sozinha, então alguém tem que limpar. Muita gente enche o raio do saco da mãe pra não ter que limpar, mas ela te limpou por muito tempo e sempre faz muito por você, então toma vergonha na cara, sai desse face e vai arrumar casa!!

2. Ir pra droga da escola:



Minha sala é o pior lugar do mundo. Eu detesto todo mundo, e me parece que se você não é funkeira e beija qualquer um, pra eles você é considerada horrorosa e chata. Queridos colegas da 121, deixem de ser trouxas, abiguinhos. Vocês é que são uns perdedores.

3. Estudo violino:



As vezes é chato. As vezes eu odeio meu violino, as vezes eu amo, por que só ele sabe o que passo em ensaios, e não falo só musicalmente, mas sim sentimentalmente e psicologicamente. As vezes dá vontade de quebrar, mas fazer o que...

4. Danço:



Mesmo quando não estou na aula de ballet ou treinando em casa, eu fico fazendo coisas de ballet, como algumas sequencias que a professora passa ou mesmo alguns movimentos.

5. Ouço música:



Sempre, o tempo todo, eu AMO música. Quem não ama!?

6. Leio:



Sempre que posso (e não posso, tipo na aula). Eu amo ler, dependendo do livro, fico até de madrugada lendo.

7. Desenho:



Animes, croquis de moda, etc, eu adoro desenhar e queria ser estilista.

8. Viajo:



Pego umas viagens muito intensas, principalmente quando não tem nada pra fazer, fico pensando em coisas retardadas que fiz um milhão de anos atrás, coisas não ditas e uma certa pessoa.

9. Fico na internet:



Eu adoro a internet, por que você pode aprender muitas coisas boas, coisas que talvez seriam mais difíceis sem ela, além de poder se divertir e conversar com amigos. Eu não sei o que seria de mim sem ela.

10. Durmo:



Dormir faz bem pra saúde, oras. u.u

Espero que tenham gostado do 4° dia e dos dias até agora. E você, o que faz no seu dia a dia? Beijos!!

27.11.15

Projeto 10 DAM: 3° Dia: Meus Textos Favoritos

Ursinhos

Olá pessoas! Tudo bem? Hoje é o 3° dia do DAM (Days About Me), e o tema é: meus textos favoritos. Tive que pesquisar um pouquinho, por que a maioria dos textos que amo estão em algum livro da Paula Pimenta ou perdidas na internet que li em algum lugar. Como o post é sobre textos, colocarei apenas dois para não ficar cansativo.

1. Amor Completo (Ique Carvalho)



"Em junho de 2013, poucos dias antes do dia dos namorados,minha namorada terminou comigo. Eu fiquei sem entender.
Voltei pra casa e durante todo o caminho me perguntava: “Por que?”.
A única coisa que vinha na minha cabeça era a voz dela dizendo: “Eu amo você”.
Eu passei um mês sofrendo procurando respostas para o que estava acontecendo.
Um dia, entrei no quarto do meu pai chorando e perguntei:
“Pai, ela dizia que me amava.
Então, por que ela terminou comigo?”.
Ele respondeu: “Meu filho, Quando alguém entra na sua vida e depois de algum tempo vai embora, pode ser qualquer coisa menos amor”.
Eu disse: “Não da para entender. Um dia, existe amor e no outro tudo acabou”.
Ele respondeu:“Você nunca vai superar seus traumas se continuar procurando no amor uma lógica. Construa uma nova história”.
Eu perguntei: “E de onde vem essa força pra começar algo novo?”
Ele respondeu: “Não se preocupe com isso. Todo começo vem de um final”.
Uma semana depois, meu pai foi diagnosticado com uma doença rara e degenerativa que iria matá-lo em alguns dias. Minha mãe não o abandonou.
Ela ficou.
Meu pai saia toda sexta para comer pizza com dois irmãos.
Quando ele parou de andar,
meus tios começaram a trazer a pizza aqui em casa.
Eles diziam:
“Sem o seu pai, não tem graça”.
E ficavam a noite inteira dando gargalhadas.
Hoje, meu pai não consegue mais comer.
Mesmo assim, toda sexta meus tios passam aqui em casa.
Meu pai estudou em Ouro Preto-MG.
Na formatura ele combinou com três amigos
de se encontrarem de cinco em cinco anos.
Este ano, meu pai não pode ir porque ele não anda mais.
Os amigos dele saíram do interior de Minas e vieram até aqui em casa.
Todo formando tem uma foto pregada na parede
na república que estudou.
Os amigos do meu pai trouxeram a foto dos quatro.
Pregaram a foto de cada um na parede do quarto e disseram:
“Agora, a nossa república é a sua casa”.
E combinaram que daqui cinco anos estariam de volta.
Meu pai chorou.
Meus pais completaram 47 anos de casados dia 2 de junho.
Eles sempre dançaram nesse dia.
Meu pai não consegue mais se levantar.
Minha mãe entrou no quarto
e colocou a música que eles dançavam.
Ela disse:
“Meu filho, traz a cadeira de rodas”.
Eu perguntei:
“O que você vai fazer?”
Ela respondeu:
“Vou fazer o que seu pai faria por mim”.
Eu busquei a cadeira de rodas.
Minha mãe colocou meu pai na cadeira.
Ela ajoelhou ao lado dele
e disse:
“Vamos dançar”.
Abraçou meu pai e fez a cadeira girar.
Ela ficou ajoelhada a música toda.
Meu pai chorava e ria ao mesmo tempo.
Eles ficaram ali dançando e se divertindo.
Eu voltei pro meu quarto chorando.
Abri o notebook e resolvi escrever esse texto.
Porque eu vejo o mundo distorcendo
ou complicando demais o amor.
Um monte de gente dizendo
fique com alguém que faz isso, que faz aquilo,
que te de isso, que não sei o que mais.
Esse monte de regras e exigências,
são coisas criadas pela cabeça.
E, meu velho, não sei se você sabe
mas o amor é criado pelo coração.
O resto, é ilusão.
Então, acredite.
O amor, amor completo
é quando você quer o outro sempre perto.
Só isso."

2. Adeus, Caro Fantasma (Vicky Rios)



Eu ando bem, espero que você também... é triste pensar que nem a sua existência é certa.
Não vim até aqui para tentar entender o por quê de alguem ter te inventado. Eu só estou aqui para entender o por que eu fui tão burra.
Eu te amei, de verdade. Acredite, eu amei.
Amei cada pedacinho de você.
Por que quando o mundo estava desabando, foi você que eu encontrei como corda para me salvar. Pra fugir dos meus pesadelos.
Como fui ingenua. Você era só um portal para eu me distrair.
Me enchi de planos, de escolhas, de arrependimentos. Me enchi de todo o amor que você me "dava", e me arrependi de ter colhido tanto.
Seu veneno foi amargo, tão amargo que ainda está com o gosto na minha boca. Não sei se você entendeu o que eu quis dizer.
Foi tão cruel o que você fez. Bateu no ponto mais fraco. Mas eu não quero a sua compaixão, muito menos a sua pena.
Nossa historia foi como um livro. Um pequeno livro cheio de desconfianças - que no final das contas, tinham fundamento da minha parte -. Foi uma historia, até bonita... Mas toxica de mais... Não ia durar mesmo. Eu esperava que durasse, que você fosse real, e que me doasse o que eu mais queria... Amor.
Infelizmente, eu me deixei levar por um amor tão estupido e cego, que queimava meus olhos, e me deixava a ponto de me perder em tudo que você fazia.
Quando descobri a verdade, foi como uma faca em meu peito, mas tenho que admitir que não me pegou tão de surpresa assim... eu já tinha uma ideia sobre o que aconteceria no final das contas.
Você, como fantasma, voltaria ao seu caixão, e me deixaria ainda mais afogada em meio as minhas próprias lagrimas. E ao perceber sua lapide, eu me dei o luxo de te esquecer...
Quem dera ter esquecido. Eu não esqueci. Então a cada dia eu escrevo uma carta para você. Sei que ninguém vai ler. E nem se você fosse real, leria. Mas eu escrevo, como se você fosse um personagem apagado do meu livro, e eu quisesse rasgar todas as paginas. Mas não posso. É duro de mais.
Estou escrevendo isso, somente para que quem quer que leia, saiba que eu estou tentando... tentando mesmo, mas é difícil pra mim.
Nosso amor foi como um espelho. Eu vi meu próprio reflexo, e você, que estava do outro lado, não me via. Por isso eu continuo construindo a ilusão de que em algum lugar do mundo... você exista.
Espero que essa seja meu ultimo contato com você... Adeus.

Estes são dois que me marcaram, o primeiro desde que li, e o segundo... está bem parecido comigo ultimamente. Espero que tenham gostado do 3° dia de DAM! Beijos!

26.11.15

Projeto 10 DAM- Dia 2: Os Livros Mais Legais Da Minha Estante


Olá! Continuando a série DAM, hoje é o segundo dia, então vou falar sobre os 5 livros mais legais da minha estante meu baú. Eu tenho 93 livros, mas todos eles ficam num baú, já que ainda não tenho estante. Mas vamos ao que importa!

1. Os Delírios De Consumo De Becky Bloom (Sophie Kinsella)



Eu amo livros Chick-Lit, e ainda mais chick-lit que fale de moda, então eu amei a Becky, apesar de querer dar na cara dela na leitura... Ah, e tem o filme também, mas não tem nada a ver com o livro. Segue resumo:

Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar. Um romance muito divertido que faz um retrato de quase todas as mulheres que conhecemos.

2. A Fúria Dos Reis (George R.R. Martin)



É o segundo livro da série As Cronicas de Gelo e Fogo (Game Of Thrones), e é bem grandinho, é uma leitura em que você se perde muito fácil no começo e as vezes dá vontade de desistir, mas vale a pena. É um livro muito bom.
Resumo:

Em A Fúria dos Reis, o segundo livro da aclamada série As Crônicas de Gelo e Fogo, George R. R. Martin segue a épica aventura nos Sete Reinos, onde muitos perigos e disputas ainda estão por vir.
Além dos combates que se estendem por todos os lados, a ameaça agora também chega pelo céu. Um cometa vermelho como o sangue cruza o céu ameaçadoramente. E o caos reina em Winterfell. Dragões ameaçam os Sete Reinos e clãs se dividem em busca de poder. Uma princesa se disfarça como órfã e a magia tenta impedir a força das espadas. Uma terra onde irmão luta contra irmão e a morte caminha na noite fria.
Em A Fúria dos Reis nada é o que parece ser e inocência é uma palavra que não existe. Quando os reis estão em guerra, a terra toda treme.


3. Staying Strong: 365 Dias Do Ano (Demi Lovato)



Esse livro me ajudou muito, várias vezes na minha vida. É um livro realmente muito bom. Eu tenho um certo preconceito com livros de auto-ajuda, mas esse... 
Resumo:

Para a megaestrela Demi Lovato, a vida tem sido uma jornada — de conquistas impressionantes e perdas arrebatadoras.
Cantora recordista de vendas, apresentadora de TV e atriz, ela enfrentou batalhas com a depressão e a dependência, tudo isso sem desistir de encontrar a felicidade e a si mesma. Demi compartilhou sua trajetória na mídia, nas letras de suas músicas e para seus 17 milhões de seguidores no Twitter.
Esses tweets resultaram neste livro, uma obra em 365 insights honestos, esperançosos e impactantes. Aqui estão, nas próprias palavras de Demi, as citações que a inspiraram, assim como suas reflexões pessoais e seus objetivos. Demi Lovato — 365 dias do ano é para todos, em qualquer lugar, que precisem de conforto, inspiração e um motivo a cada dia para serem fortes em sua própria trajetória.

4. A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar (Esther Earl, Lori Earl e Wayne Earl)



Esse também foi um livro que mudou a minha vida, é um dos livros que eu recomendo pra todo mundo. Eu chorei muito lendo ele, mas valeu a pena.

Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

5. Minha Vida Fora De Série- 1° Temporada (Paula Pimenta)



Foi o primeiro livro da Paula Pimenta que eu li, ele é muito fofo! A história se passa em BH, o que torna a leitura mais interessante ainda (pra quem mora em bh e sabe de todos os lugares onde o livro se passa). É realmente muito fácil de ler, quando você para pra pensar já leu umas 50 páginas, os livros da Paula tem esse poder. E é literatura BR!

Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante a se conhecer: ela mesma. Quem gosta da série “Fazendo meu filme” não pode perder o livro de estreia dessa nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes da história de 'Fazendo meu filme” começar. Não perca a 1ª temporada da vida fora de série de Priscila.

Espero que tenham gostado, e espero que leiam também! Se leu algum, diz o que achou! Beijos e até a próxima!

24.11.15

Projeto 10 DAM - 1° Dia: Músicas Favoritas



Pra mim é impossível ter músicas favoritas, por que cada musica que ouço fez parte de algum momento da minha vida, então eu coloquei aqui as que se destacam mais na minha vida ultimamente.

1. A Noite, Tiê

Te contei tantos segredos que já não eram só meus
Rimas de um velho diário que nunca me pertenceu
Entre palavras não ditas, tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga e o tempo nunca passou

2. Ainda Queima a Esperança, Diana

Uma vela está queimando
Hoje é nosso aniversário amor
Está fazendo hoje um ano
Que você me disse adeus
Eu não sei se nessa chama
Ainda queima a esperança
Eu só sei que a saudade
Ainda queima o coração
Meus parabéns agora
E feliz aniversário amor
Estás feliz agora
Depois que tudo acabou
Depois que tudo acabou
Todo dia é o mesmo dia
Toda hora é qualquer hora
Quanto tempo vou viver
Sem esquecer o seu amor

3. Na Sua Estante, Pitty

Só por hoje não quero mais te ver, só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar

4. Eu Não Gosto De Ninguém, Matanza

Não me faça nem um favor.
Não espere nada de mim.
Não me fale seja o que for.
Sinto muito que seja assim.
Como se fizesse diferença o que você acha ruim.
Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você.

5. Heartbreaker, Mariah Carey

Destruidor de coração você tem o melhor de mim
mas eu continuo voltando incessantemente
Ah, por que você tem que executar o jogo em mim?
Eu deveria ter sabido desde o início
Você iria e partiria meu coração

6. Rolling In The Deep, Adele

Nós poderíamos ter tido tudo
Amando incondicionalmente
Você teve meu coração na palma de sua mão
E você brincou com ele
De acordo a batida

7. Broken Hearted Girl, Beyoncé

Você é tudo o que eu achava que nunca seria
E nada como eu pensei que você poderia ter sido
Mesmo assim, você vive dentro de mim
Então me diga como é isso?
Você é o único que eu desejo que pudesse esquecer
O único que eu adoraria não perdoar
E apesar de você partir meu coração, você é o único
E apesar de existirem momentos que eu odeio você
Porque eu não posso apagar
Os momentos que você me machucou
E pôs lágrimas no meu rosto
E mesmo agora, enquanto eu odeio você, me dói dizer
Eu sei que estarei lá no final do dia
Eu não quero ficar sem você, amor
Eu não quero um coração partido
Não quero respirar sem você, amor
Eu não quero ter esse papel
Eu sei que amo você mas me deixe dizer
Eu não quero amar você de nenhuma maneira, não não
Eu não quero um coração partido
Eu não quero ser a garota de coração partido
Não, não, não sou nenhuma garota de coração partido

8. Summertime Sadness, Lana Del Rey

Acho que vou sentir sua falta para sempre
Assim como as estrelas sentem falta do sol de manhã
Tarde é melhor do que nunca
Mesmo se você tiver ido, eu vou dirigir, dirigir

9. Boy, Little Mix

Esqueça aquele garoto, esqueça esse garoto
Sabemos que esse garoto não é bom o suficiente para você
Você está segurando as lágrimas em seus olhos
Esse garoto quer brigar, mas nunca vi ele lutar por você
Ele nunca vai perceber o que ele tem
Até que você vá embora e ele vai te perder para sempre
Garota, você vai ficar bem, esqueça aquele garoto

10. Pé na porta, soco na cara, Matanza

Achou, por bem,
Acabar com o dia de alguém
Então, sendo assim,
Tinha que escolher justo a mim 
 As músicas por si mesmas já explicam o por que das escolhas... Então, por hoje eu acho que foi isso, beijos pra vocês!

22.11.15

Projeto 10 Dam: Days About Me


Olá povo! Tudo bem com vocês? Hoje eu trouxe um projeto bem legal que vi no Chuva & Chá, blog da Vicky Rios (oi! o/). Eu gostei bastante da ideia então resolvi fazer pra vocês me conhecerem um pouco mais.

O projeto consiste em 10 dias sobre minha pessoa, pra vocês me conhecerem um pouquinho mais. Os temas são:
1º Dia - Musicas Favoritas
2° Dia - Livros mais legais da minha estante
3° Dia - Meus textos favoritos
4° Dia - Coisas que faço no meu dia a dia
5° Dia - Minhas Imagens Favoritas
6° Dia - Meus blogs Favoritos
7° Dia - Meus filmes favoritos
8° Dia - Meus objetos Favoritos
9° Dia - Meus Doces favoritos
10° Dia - Meus Hobbies
Então,  amanhã começa a saga do DAM, e se quiser acompanhar, fique ligada no TB. E se você é blogueira e gostou da ideia, faça também, mas não esqueça de deixar o link aqui ^-^. Beijos pra vocês!

20.11.15

Já Acabou Jéssica??- A História Não Contada


Quem ainda não viu esse vídeo, veja agora. E leia essa bagaça também. Cada coisa que aparece na
internet..







Não vou nem falar nada.
Até a próxima.

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